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SPA do Dr. Durval
Médico, fisioterapeuta, cabeleireiro leilo, conselheiro amoroso, etc. Dr. Durval colocou seus dotes em prática numa consulta médica, de frente com o espelho. Ele e sua paciente deram início a consulta: a arte da conquista! Fizeram uma massagem facial para ativar os poros, gargarejo com o beiço, e disseram palavras aleatórias para ativar a garganta, tudo isso ao som de George Michannel “Careless whisper”. Foi algo incrível, imagine a cena! Dr. Durval numa tela de celular, a paciente na outra, som ligado, e a magia acontecendo! Texto: Dr. Durval
Um presente para o monstro de meia
Outro dia, as cinco crianças da casa estavam de novo de um lado da tela, e a mesma palhaça do outro lado, na casa dela. Ela e o Monstro da Meia Rosa. Nesse dia a palhaça decidiu que ao invés de ficar em conflito com o Monstro, ela ia fazer um agrado bom, ia deixar um lanchinho para ele com a ajuda das crianças. Isso porque o Monstro quando vê a Suzette fica querendo pegar o lenço que ela usa na cabeça e ela não gosta disso. Então ela combinou com as crianças: “gente, vou deixar aqui essa cebola para…
Suzette e o Monstro de Meia
Era ainda uma vez uma casa com seis crianças dessa vez. Era uma vez uma mesma palhaça que abriu a tela do telefone com o som ligado, dançando. Quando ouviu: “Suzette, cadê o monstro”? Foi então que a palhaça olhou dentro da sua incrível maleta de Dra. Besterologista e, de uma inesperada inspiração, calçou na mão uma meia velha, apresentando ela para a câmera e dizendo: “crianças, esse é o Monstro da Meia Rosa”! “Monstro da Meia Rosa”!?!? Sucesso imediato de público, esse monstro tinha muito da personalidade daquele outro, o invisível, e imediatamente começou a correr atrás da Suzette…
Sinfonia do encontro
Nossa história com música já é antiga. Quando ainda estávamos fazendo as visitas presenciais no IGAP, antes da pandemia, nossa afinidade se deu através do gosto pelas músicas caipiras. No primeiro encontro já combinamos que em um próximo tocaríamos cada um no seu violão outras modas sertanejas. Assim foram as nossas conversas desde então, trilhando entre música e instrumento. Eu tenho um acordeon e achava ele grande demais para carregar durante os atendimentos nos hospitais e nas casas de apoio. Veio o isolamento social e, a partir disso, comecei a fazer as teleconsultas virtuais daqui de casa e um dia desses…
